Intolerância pós 50

Pessoal é o seguinte: paciência tem limites e geralmente ela acaba ou se inicia em uma curva descendente e acentuada após os Cinquentão.

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Sinto que nos damos o direito de eliminar os filtros do politicamente corretos e acionamos o botão do FODA-SE. Assim sendo, estou mais leve, mas percebo que olhos esbugalhados em expressão de espanto com nosso posicionamento direto não seja algo esperado em certos momentos, porém FODA-SE. Tenho esse direito, aliás daqui há alguns dias ultrapassarei 4 anos que me libertaram da faixa etária permitida para se obter essa licensa. (rs)

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Coisas que eu tolerava e não tolero mais:

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  • Gente burra – não são aquelas que não tiveram oportunidades, acesso a informação, estudos ou ignorantes em certos assuntos. Burro é aquele paquiderme que não ouve e não enxerga ou não quer enxergar o que acontece ao seu redor e reclama de sua própria inatividade mental. São aqueles que acreditam que em seu trabalho não são pagos para pensar. Se um dia eu lhe deixar falando sozinho, saiba que você pode estar inserido nesta classificação;
  • Motorista do demo – que queima a faixa de segurança; avança o sinal vermelho; estaciona em local destinado para deficientes e idosos; ultrapassam pelo acostamento; colam na traseira pra pedir passagem; buzinam assim que ascende o amarelo; mudam de faixa sem ligar o pisca; ziguezagueiam enquanto falam ao celular ou mandam mensagens; não se entendem com o GPS; colocam o braço para fora da janela enquanto conversam confundindo você que imagina que o infeliz está sinalizando alguma manobra que irá fazer; ocupam duas vagas no estacionamento; deixam o carrinho do supermercado atrás do seu carro por preguiça de levar até o lugar adequado; vaga-de-idoso1escutam funk no ultimo volume com as janelas abertas considerando que você tem o mesmo mau gosto musical que ele – como se aquela merda fosse música; abrem a porta do carro sem olhar que você está estacionado ao lado e ao bater na sua porta ainda te olham feio; ultrapassam por fora em uma fila de carros – que você está 15 minutos esperando para entrar em um estreitamento de via – e embicam à sua frente logo na sua vez  olhando pra você com cara de cachorro pidão, como se fossem especiais, enfim um desses sujeitinhos que se consideram “diferentes” dos demais cidadãos e que você torce para que algum policial o enquadre, mas como isso a gente só vê em filmes, torcemos para que um caminhão higienize a rua passando por cima do cabra;

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  • PORCO: cospem na rua; assuam a napa com os dedos e dão aquela estilingada para arremessar os coniformes ao chão ou em quem estiver nas redondezas ao alcance de sua nojeira e posteriormente ainda limpam os dedos nas calças; tiram michelins do nariz – que muitas vezes se parecem mais com um coco – e ainda fazem questão de arremessa-los pela janela do carro; fumantes que acreditam que às ruas são verdadeiros cinzeiros gigantes; os que praticam rali no vaso sanitário jogando merda e urina para todos os lados e , após a façanha, não dão descarga considerando deixar ali uma obra de arte que merece exposição eterna; urinam ao redor do vaso – como se o pênis fosse um chafariz; jogam o papel higiênico fora do cesto; deixam o absorvente íntimo exposto ao léu; comem de boca aberta; falam de boca cheia; tiram um fiapo de manga fisgando o bicho com a unha; usam o minguinho pra dar aquela coçadona na zoreia pra liberar a rolha de cera que bloqueia a audição do quadrúpede; arrotam como um terremoto, peidam no elevador e ainda acusam a mãe ao lado – que carrega a criança no colo – alegando que o filho dela está cagado; deixam a cueca ou a calcinha borrada no tanque pra mãe lavar, tiram a maquiagem ou toda a porquice na toalha de rosto, ignoram o desodorante, ou seja, com todo respeito que tenho aos suínos, trata-se de um ser que deveria estar algemado em um chiqueiro;

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  • Barulhento: Buzinam; adoram moto com escapamento aberto; motoqueiro que acelera no túnel pra moto engazopar e explodir na combustão; buzinadinhas constantes de motoboy que andam a milhão nos corredores; vizinho aprendendo violino; aprendendo bateria; som alto, pancadão – caixa acústica em porta-malas aberto tocando sertanejo; serra makita; bate-estaca; radinho de pilha tocando forró em rádio fora de sintonia; VAP aos domingos; martelo; serra tico-tico e furadeira após as 22 horas; gente que fala alto pelo telefone como se quisesse que a outra pessoa, que está na Paraíba, a ouvisse em loco e o pior de todos, festa infantil que deve atingir 700 DB de gritaria e pura insanidade.

Bom pessoal, acho que consegui expressar aqui um pouco da ranzinzisse que atinge à todos cinquentenários e demonstrei algumas subcategorias de escrotos existentes em nosso planeta.

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Sábio era meu pai que desligava seu aparelho de surdez quando o assunto era merda.

Deixem aqui seus comentários e citem outras categorias que gostariam de ver aqui dissertadas ou aprofundadas.

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