Disfarçar é pior

A calvície é algo que atinge cerca de 30% dos homens e, como sou parte integrante deste grupo seleto, confesso que no início entramos em desespero com a perda das madeixas e somos capazes de acreditar em qualquer bruxaria que prometa o resgate da cabeleira. Exatamente igual as mulheres em relação a celulite e estrias, manjas?

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Por volta de meus 30 anos, durante o banho, com o olhar turvo ocasionado pela espuma do shampoo, reparei que o ralo do box estava vivo. Passei o pé sobre ele e descobri se tratar de um chumaço de cabelos, e o pior, eram meus. Como estava lavando a cabeça, automaticamente olhei para minhas mãos. Mais um tufo entre os dedos! Que méida! A hereditariedade pairava literalmente sobre minha cabeça e deixava rastros sobre o travesseiro.

No desespero você busca medicamentos C A R O S com a esperança de pelo menos cessar a queda, mas caros amigos, caiam na real, pois é pura ilusão. Careca está ficando, careca será. Os cabelos deixam de cair e começam a se atirar suicidando-se no solo. Assim será. Amém.

stock-photo-5575516-bald-man-in-a-shower-capEm uma tentativa econômica, cheguei ao ponto de seguir uma receita que indicava bater babosa no liquidificador e aplicar aquela gosma verde na cabeça e deixa-la coberta por uma toquinha de banho por 1 hora/dia! Minha ficha caiu no momento em que me encarei pelo espelho e me deparei com um ser bizarro com cara de cogumelo que deixava vazar a placenta de um ET recém nascido pelas laterais! Se alguém assistiu o filme Caça Fantasmas sabe do que estou falando.

Imediatamente decidi que os cabeleireiros morreriam de fome a partir daquele momento. Comprei uma maquininha, deitei a testa sobre a pia e tasquei um pente de numero 2 que transformou meu corte no estilo “piscina”, pois dava pra ver o fundo.

Hoje virou style os homens rasparem a cabeça, mas para os destelhados, sabemos que essa moda é para quem tem cabelos, porque para os carecudos é destino.

Para aqueles que não conseguem assumir esta fatalidade, tentam ao máximo disfarçar ao ponto de perder o BOM SENSO e expor o seu lado de extremo ridículo.

Alguns se atrevem a deixar crescer o cabelo mais de um lado e emprestam pro outro lado! Se ele fosse um transformer seria um fusca e esse cabelinho desgranhento é o capô!

Nesta mesma cesta de atrocidades existem os peruquentos. Seres que usam um cabelinho no cocuruto desnudo mais falso que camiseta Lacoste da 25 de março. Mas acreditem, esses usuários acham que estão com uma aparência normalíssima e consideram elegante chamarem seus monstrinhos peludos de prótese! Tem alguns modelitos que, se perdermos o controle de nossa sanidade, carinhosamente perguntaremos se aquilo tem nome, tem pedigree, qual a idade, etc e tals.

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Outra prática frequente são os implantes. Tufinhos de cabelos replantados em forma de pomar na área devastada, usando agulhas cujo diâmetro deixam furos de perfuração de petróleo no couro descabelado visíveis a 1 km de distância.

Um H O R R O R !

 

Apliques-de-Cabelos-para-Homens-9O problema para o observador é que essas coisas são hipnóticas! É impossível você conversar com um peruquento ou transplantado olhando nos olhos do cidadão! Nosso olhar é atraído para aquela aberração e nos impossibilita de prestar atenção no que o ET tenta comunicar: Phone home! Internamente brigamos com o impulso de defende-lo daquela situação, arrancando – com os estilhaços de grampos – e arremessando para bem longe, na tentativa de resgatar sua dignidade!

O transplantado é pior. Já tá feito. Só nos resta sugerir que adube a região, compre um boné transado ou ore.

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Então meu amigo em verdade vos digo: Quer enganar quem? Você sabe que por debaixo deste pelucio adubado, preso a grampos ou amarrados aos para-lamas do que restou de seu cabelo original, tem uma pusta bola lisa brilhante, portanto lembre-se que logo abaixo, adormecido existe um cérebro que merece ser preservado. Exercite-o e perceberá que se for rico ninguém ligará para sua calvície. Caso contrário use do BOM SENSO e busque alternativas não grotescas para suprir suas carências. Que tal cuidar dos dentes? Um sorrisinho bacana ajuda.

Direito ao Palavrão – por Pedro Ivo Resende

Os palavrões não nasceram por acaso. São recursos extremamente válidos e criativos para prover nosso vocabulário de expressões que traduzem com a maior fidelidade nossos mais fortes e genuínos sentimentos.

É o povo fazendo sua língua. Como o Latim Vulgar, será esse Português Vulgar que vingará plenamente um dia. Sem que isso signifique a “vulgarização” do idioma, mas apenas sua maior aproximação com a gente simples das ruas e dos escritórios, seus sentimentos, suas emoções, seu jeito,sua índole.

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Dercy Gonçalves
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“Pra caralho”, por exemplo. Qual expressão traduz melhor a idéia de muita quantidade do que “Pra caralho”? “Pra caralho” tende ao infinito, é quase uma expressão matemática. A Via-Láctea tem estrelas pra caralho, o Sol é quente pra caralho, o universo é antigo pra caralho, eu gosto de cerveja pra caralho, entende?No gênero do “Pra caralho”, mas, no caso, expressando a mais absoluta negação, está o famoso “Nem fodendo!”. O “Não, não e não!” e tampouco o nada eficaz e já sem nenhuma credibilidade “Não, absolutamente não! “o substituem. O “Nem fodendo” é irretorquível, e liquida o assunto. Te libera, com a consciência tranqüila, para outras atividades de maior interesse em sua vida. Aquele filho pentelho de 17 anos te atormenta pedindo o carro pra ir surfar no litoral? Não perca tempo nem paciência. Solte logo um definitivo “Marquinhos, presta atenção, filho querido, NEM FODENDO!”. O impertinente se manca na hora e vai pro Shopping se encontrar com a turma numa boa e você fecha os olhos e volta a curtir o CD do Lupicínio.Por sua vez, o “porra nenhuma!” atendeu tão plenamente as situações onde nosso ego exigia não só a definição de uma negação, mas também o justo escárnio contra descarados blefes, que hoje é totalmente impossível imaginar que possamos viver sem ele em nosso cotidiano profissional. Como comentar a bravata daquele chefe idiota senão com um “é PhD porra nenhuma!”, ou “ele redigiu aquele relatório sozinho porra nenhuma!”. O “porra nenhuma”, como vocês podem ver, nos provê sensações de incrível bem estar interior. É como se estivéssemos fazendo a tardia e justa denúncia pública de um canalha. São dessa mesma gênese os clássicos “aspone”, “chepone”, “repone” e, mais recentemente, o “prepone” – presidente de porra nenhuma. Há outros palavrões igualmente clássicos.Pense na sonoridade de um “Puta-que-pariu!”, ou seu correlato “Puta-que-o- pariu!”, falados assim, cadenciadamente, sílaba por sílaba… Diante de uma notícia irritante qualquer um “puta-que-o-pariu!” dito assim te coloca outra vez em seu eixo. Seus neurônios têm o devido tempo e clima para se reorganizar e sacar a atitude que lhe permitirá dar um merecido troco ou o safar de maiores dores de cabeça.E o que dizer de nosso famoso “vai tomar no cú!”? E sua maravilhosa e reforçadora derivação “vai tomar no olho do seu cú!”.Você já imaginou o bem que alguém faz a si próprio e aos seus quando,passado o limite do suportável, se dirige ao canalha de seu interlocutor e solta: “Chega! Vai tomar no olho do seu cú!”. Pronto, você retomou as rédeas de sua vida, sua auto-estima.Desabotoa a camisa e saia à rua, vento batendo na face,olhar firme,cabeça erguida, um delicioso sorriso de vitória e renovado amor-íntimo nos lábios.

E seria tremendamente injusto não registrar aqui a expressão de maior poder de definição do Português Vulgar: “Fodeu!”. E sua derivação mais avassaladora ainda: “Fodeu de vez!”.

Você conhece definição mais exata, pungente e arrasadora para uma situação que atingiu o grau máximo imaginável de ameaçadora complicação? Expressão, inclusive, que uma vez proferida insere seu autor em todo um providencial contexto interior de alerta e auto-defesa. Algo assim como quando você está dirigindo bêbado, sem documentos do carro e sem carteira de habilitação e ouve uma sirene de polícia atrás de você mandando você parar: O que você fala? “Fodeu de vez!”. Sem contar que o nível de stress de uma pessoa é inversamente proporcional à quantidade de “foda-se!” que ela fala. Existe algo mais libertário do que o conceito do “foda- se!”?

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O “foda-se!” aumenta minha auto-estima, me torna uma pessoa melhor. Reorganiza as coisas. Me liberta. “Não quer sair comigo? Então foda- se!”. “Vai querer decidir essa merda sozinho(a) mesmo? Então foda- se!”. O direito ao “foda-se!” deveria estar assegurado na Constituição Federal. Liberdade, igualdade, fraternidade e foda-se!. Grosseiro, mas profundo…
Pois se a lingua é viva, inculta, bela e mal-criada, nem o Prof. Pasquale explicaria melhor. “Nem fodendo.

NOTA: Quero me desculpar com o autor do texto Pedro Ivo Resende e aos leitores pelo equívoco no crédito dado a Luís Fernando Veríssimo. Obrigado Paulo Sérgio Pfaff  pelo alerta e sinto muito por ter lhe causado constrangimento pelo compartilhamento com informação errado sobre o autor.

Gênio da gramática

Esta é uma redação feita por uma aluna do curso de Letras, da Universidade Federal de Pernambuco – Recife e que obteve vitória em um concurso interno promovido pelo professor titular da cadeira de Gramática Portuguesa.escrita e gramática

“Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida e, o artigo, era bem definido, feminino singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal.
Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanático por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar.

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O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice.
De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo.
Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa.

Ponto-e-VirgulaPrepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto.
Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa.
Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta.
Estavam na posição de primeira e segunda pessoas do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular.

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Nisso a porta abriu repentinamente. Era verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas.
Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou, e mostrou o seu adjunto adnominal “Que loucura, minha gente”! Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto.
Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma “mesóclise-a-trois” ! Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino.
O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva.”

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VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM “HATERS” ?

Haters é uma palavra de origem inglesa que significa “os que odeiam” ou “odiadores” na tradução literal para a língua portuguesa.

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O termo hater é muito usado na internet.

Poderia aqui tentar definir quem são estas figurinhas que dedicam seu tempo para agredir verbalmente alguém ou alguma coisa, pessoa física ou jurídica através desta poderosa ferramenta de comunicação chamada Facebook, mas proponho um exercício para que façamos isso juntos!

Vamos lá?

10052013_Charge_580Quando eu era moleque, e já tem um tempinho, nossa principal diversão era bater uma bolinha na rua e frequentemente, em algum momento mais caliente do jogo, surgia um estagiário da mediocridade que dizia: “A bola é minha! Acabou o jogo!” e saía fazendo biquinho típico do imperador da mediocridade com o ego do tamanho do planeta e o caráter do tamanho de uma bola de gude. Evidente que junto com sua bolinha, levava uma saraivada de bordoadas pra largar mão de ser besta, e juntos ríamos e resolvia-se o problema ali mesmo, entre amigos.

Não sou psicólogo, mas minha profissão me ensinou a observar o comportamento humano, físico e mental, entonces acredito que possa incitar uma pequena discussão à respeito.

Aquele que agride por escrito, se não for jornalista (rs), me leva a crer tratar-se de alguém com falta de coragem (na antiga gíria chamados de “bunda mole”) para solucionar seus problemas de forma racional civilizada, pois na minha opinião, é a única forma que imagino para resolver um conflito de fato.

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SURGE A QUESTÃO: O que leva um “new Imbecil” externar algo pessoal direcionado à             alguém na internet, ou pior, dar indiretinhas decifradas somente pela “tchurma” de cegos
seguidores desnorteados incapazes de identificar a existência de duas faces em uma moeda?

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MINHA RESPOSTA: Imaturidade latente. Muita criança está envolvida neste tipo de comportamento, mas o que me intriga é ver marmanjos com mais de 30 anos – cujas mamis ainda lavam suas cuecas borradas – que passam seus dias choramingando porque não passaram de determinada fase do video game, como se vivesse em um mundo ficcional que conspira contra ele! Acreditam que os erros vem de fora e que todos ao seu redor estão unidos para lhe prejudicar! Será mesmo caro colegua ?

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Será que todos querem puxar o seu tapete ou é você que não consegue caminhar sobre ele? Seu tapete é real ou você pegou emprestado do Aladin?

Aí surgiram as mídias sociais! Que beleza! Um ambiente virtual onde as pessoas adoram expor suas idéias, criar seus grupos de afins, reunir amiguinhos do colégio que não veêm há 50 anos, postar fotinhas fofinhas e revelar ao mundo que vivem no país das maravilhas! #SQN – As mídias sociais, na cabecinha frouxa de alguns infelizes, se transformaram em super poderes, onde camuflados por debaixo da saia de suas projenitoras, que enquanto fazem seus crochês, desconhecem o camundongo que digita seu plano diabólico de destruição de alguém que discorda dele!  Ui !

Imagine a cena:

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Posicionado estratégicamente por debaixo da saia da mamãe, Super New Imbecil, conhecido entre seus parças como DR. SHIT, carregado pela ira da incompetência, elabora sua ação virtual para destruir seus inimigos: A página do facebócks é minhaaaa e EU posso dar indiretinhas em quem eu quiser! Eu tenho mais “likes” do que você! Ahahahah! Como se existisse alguém que não soubesse sobre as fábricas de “likes” alojadas na China, na Índia, na Coréia, do Paquistão a PQP!

Não se trata de um game! Acredite, eles existem! Agem como pixadores, no silêncio obscuro da insanidade.

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Mas o que mais me surpreende são seus seguidores! Debilóides que acreditam neste lunático, como se o fato narrado tivesse uma única parte envolvida e saem multiplicando o “hate” de um Paquiderme@ZéRuela.com como quem prega de forma chiita a existência de seu único Deus em um Estado laico.

Mesmo que seu cérebro seja menor que uma ameba, quando alguém lhe contar uma história sobre a injustiça cometida à este alguém, abra seus lindos olhinhos e pingue o “colíriun delirantes” que lhe permitirá analisar toda a periferia ao redor deste narrador, que cabisbaixo, dá peso a “suposta” sacanagem a que fora acometido. Não estou pedindo para julgar, mas simplesmente para agir com BOM SENSO.

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Entonces, ao New Imbecil de plantão, ainda dá tempo de assumir suas cagadinhas pessoais e tirar a fraudinha, arregassar as mangas, sair da sua bolha de insegurança e usar a internet para algo produtivo que possa ser contado aos seus filhos como um exemplo à ser seguido!

 

Ou vai querer ser lembrado como o cara de boas idéias que não conseguiu executá-las porque perdeu tempo “odiando” o coleguinha que não diz amém pra você?

 

MODA – “O jeito idiota que algumas pessoas encontraram de revelar seu modo imbecil”

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Pronto! Lá vou eu tomar bordoadas pela frase acima, mas ela não me pertence. Senão me falha a HD presa sobre meu pescoço, quem disse isso foi Oliviero Toscani antigo fotógrafo da grife italiana de roupas Benetton em sua entrevista no programa Roda Viva da Tv Cultura em 1995. Se não foi isso, foi algo bem próximo. (rs)

Gostaria de poder discordar desta definição, mas a ausência do meu queridíssimo parça, o sr. Bom Senso, realmente transforma o visual da cidade em um cenário surreal quando nos deparamos com figuras – digamos assim, para não ofender – diferentes!

Nada contra o diferente. Eu por exemplo optei por não ter tatuagens, portanto sou de um grupo de “diferentes”. Se você reparar existe um padrão. Quando vou buscar minha filha no colégio tenho uma pusta dificuldade de acha-la no meio das demais alunas. O corte de cabelo é igual: liso e cumprido. Calça justa, boca fina, cós baixo, camisetinha colada. Os meninos usam boné, mas um boné posicionado fora da cabeça, no côco de lado, com a estampa da grife maior do que a cabeça do usuário.

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A calça caída mostrando a cueca detonada e as vezes parte da buzanfa exposta, que só justifica se você tiver incontinência intestinal. É realmente uma tribo.

 

 

O que me incomoda é a falta de percepção para sentir que nem tudo é criado pensando em VOCÊ! No seu tipo de corpo. Bom senso, lembra?

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Não vou nem comentar sobre as ropitchas exibidas em desfiles com as magreléticas Top Models (prefiro as apalpáveis), pois quero crer que essa mostra serve para revelar as tendências (sabe lá de onde surgem) das estampas, cores e cortes, etc e tals…acho que ninguém tem coragem de sair com um figurino daqueles de dar inveja ao Coringa.

O que vemos nos calçadões dos comuns…ou quase:

Hawaianas: Nossa mães usavam isso pra lavar quintal ou pra surrar a gente. A minha arremessava como se fosse um boomerang, pois o bicho fazia curva e me acertava na orelha! Mas, algum gênio do marketing – e realmente tiro o chapéu para este hipnotizador – fez as pessoas acreditarem que este chinelinho borrachento horroroso virasse franquia, chegasse aos shoppings, ganhasse o mundo e se transformasse no fenômeno “cool” da moçada. hawaianas

Pense comigo: tem uma tira que fica entre os dedos, enrosca nas calçadas esburacadas e geralmente nos levam de cara no asfalto. Essas tranqueiras deveriam ser vendidas com seguro de vida. Além do mais expõe alguns pezinhos que deveriam estar em poleiros.

Barriguinha de fora: Se você minha querida possui uma barriguinha de pernilongo, aquela que parece que engoliu um coco, ou pior, tem um pusta panceps de tetra gêmeos com uma sequencia de pêlos pubianos na direção do seu umbigaço saltado, finalizando ao redor em forma de coqueirinho, isso aí fofa você tem que  e s c o n d e r  ! pancaIndependente do estereótipo de beleza, é uma afronta a natureza! Estraga o dia de qualquer um! Portanto, guarde isso para seu espelho de corpo inteiro que provavelmente fica atrás da porta do quarto, porque o do banheiro você só enxerga da “barriguinha pra cima”, estendeu? Ou faça algo pensando na sua saúde para posteriormente se orgulhar de exibir algo apresentável . Tua mãe não te deu educação? Pelo amor… use um desses camisões, sem listras ou bolas ou estampas coloridas. Liso, manjas?

Uma boa solução para perder esse barrigaço é usar Limão: Uma LIMA gigante pra você esfregar na pança até sair esse volumezinho extra adquirido ao longo de suas leves e saudáveis refeições.

Calça pescador: Pra mim, se você usa este tipo de calça realmente pra pescar seu bagre à beira do rio Tietê, ou na praia do Cocotá (aquela que a cada mergulho vem um cocô e Tá, na sua cara), tudo bem. Captura-de-tela-2014-03-26-a¦Çs-2.33.50-PMMas sair com essa pusta canela rachada e peludona é muito estranho mermão! Se o cara for baixo então, fica parecendo que vestiu a calça do irmãozinho de 6 anos no escuro e saiu a revelia!

 

 

calca-jeans-apertada2Outra Calça da MODA é a tal da Skinny. Cós baixo e tão agarrada que dá até pra ver a religião do cabra! Além da fisioterapia necessária para vesti-la.

 

A mulher quando possui um corpo desenhado por Deus, pode usar – ou não usar – qualquer coisa que fica bem, mas de novo, se o seu corpinho não fizer parte do time dos privilegiados, please, vai no tradicional jeans que você não erra e não agride os zoinhos e a dignidade de ninguém. Se a sua bunda for tipo gavetão, piorou! Você expõe a Casa da Moeda que com a crise econômica em baixa, não rola.cofre-e1322785492681

 

 

 

Mini saia: Aaaa, as mini saias! Pra usar mini saias tem que ter pernas longilíneas, bonitas, caso contrário você ficará parecendo um abajourzinho de prostíbulo.gorda-desleixada2

Se você não tem um amigo ou uma amiga de confiança, o espelho quebrou ou anda com a vista cansada, use o básico. O problema pra mim é tentar adivinhar o que é básico pra algumas pessoas.

 

 

 

Sapato Bico Fino: O cara que inventou isso tinha complexo de cobra, porque quem depende das pernas pra se locomover, não usa. Aquilo só presta pra matar chikungunya no de-franco-sapato-social-bico-fino-390101-MLB20255465894_032015-Ocanto dos rodapés. Se o cara tiver joanete entonces, tá lascado. No final do dia chega em casa de muletas!

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Ternos: Esta vestimenta sempre foi considerada uma roupa clássica, a rigor, mas alguém resolveu apertar as calças, encurtar o paletó e deixar a meia aparecendo abaixo de uma boca tão fina que se o cara for pezudão, não passa nem com forceps. Isso quando não surgem estampas que parecem ter sido criadas por um Pokémon! O clássico deixou de existir e deu espaço para este indefinível estilo “clown”.daniel_alves_e_massa

Calça Saruel (ou Sarouel): No idioma árabe calça comprida se pronuncia “siruwel”, talvez o nome venha daí. Este modelo é original do norte da África e do Marrocos. Essa calça deve ter sido pensada para usar com fralda geriátrica ou para alguém cuja caxumba desceu. calça-saruel-masculina-imagem-5

Talvez eu use, pois ando meio de saco cheio e o jeans tem me incomodado. Pra melhorar o visual, alguns a usam arregaçadas pra mostrar as canelinhas peludentas ou depiladinhas. Zézuis Armado!

ghjhjhuhÓculos: Os de sol os modelitos estão mais para uma TV de plasma 50 polegadas e os de grau com armações inspiradas em aros de bicicleta dos anos 30! A impressão é que o acessório se sobrepõe ao rosto. Desobedece as linhas.

O estilo Zé Bonitinho chegou às ruas. Fala sério né!ilze-scamparini

 

7Cabelos: Para mim, careca já há alguns anos, falar de cabelo é meio desconexo, mas ponto de vista também não tem cabelos. Não sei como chega e nem de onde vem alguns cortes, mas surgem em forma de tsunami destruindo de vez o rosto de alguns feinhos e os transformando em “coisas”.

Os campos de futebol são um bom exemplo de verdadeiros circos dos horrores. Atualmente tem os 3 tipos em voga: O topetão esticado na graxa, o moicano arrepiento e os carecudos.

 

Se o cara nasceu feinho, não existe cabelito que melhore. Então, sugiro que os boleiros simplesmente chamem a atenção pelo seu futebol e deixem o cabelinho para quem precisa deste tipo de atributo, porque beleza é algo raríssimo nos gramados nacionais.

Poderia escrever um livro sobre meu parecer sobre MODA, mas também tenho consciência de que não sou bom nisso. Talvez faça parte de um grupo de mulambentos que não se preocupa muito com combinações e estilo. Claro que tenho a percepção de que misturar xadrez com listras é ultima moda no manicômio.

Tenho 3 mulheres em casa que implicam com o jeito aborígene de me vestir. Aliás, quando o assunto é roupa para as garotas, existe um comportamento inexplicável para nós do sexo masculino: Elas começam a programar o modelito 6 meses antes do evento, mas se elas decidirem trajar um vestido de alcinhas com os ombritchos e as costas de fuera, mesmo que o termômetro revele -5 graus e a Tv mostre os pinguins caminhando de cachecol, elas não mudarão o plano. É FREUD!

Minha moda se chama conforto. Nada de sapato apertando a dedaiada, calça curta, bermudão saco de batatas, camisolão de jogador de basquete, camisa de time de futebol, nada destas mierdas horrorentas ou vestimentas que mais se parecem halloween.

Alguns “estilistas” parecem que tem o objetivo de deixar nossas mulheres feias e nozes também! A elegância está na simplicidade. Um sorriso encobre qualquer roupa (se você estiver com o piano em dia, claro). O charme natural passa por cima do estilo. Se realmente você tem um jeitão pessoal de se vestir, de sentir-se bem, vá em frente. Seja você mesmo! Mas se usa algo porque alguém instituiu aquilo como “moda”, ou em alguns casos, MORDA, use do Bom Senso para não se expor ao ridículo.

Camiseta, jeans e tênis surrado. Tem coisa mais confortável do que isso?75cd9b431828f451fc7f46149788f3d2

 

 

 

 


					

Esse bichinho chamado GENTE

Assumir um erro é algo para seres extraterrestres. Pedir desculpas então, é coisa pra cabra macho ou pra cobra fêmea!

Isso mesmo! Esse bichinho marrento com a quase incapacidade de ouvir e trocar conhecimentos visando um bem comum!

56fb14ae76bb0-revolucao-industrialIndependente do setor de atuação, qualquer atividade profissional seria saudável se não existissem as…adivinhem?…pessoas ! Portanto, para aqueles que acreditam que a Revolução Industrial chegou para aumentar a produção em escala menor de tempo e custos menores, engana-se. Na minha teoria o cara tava com o saco bem cheio de ser obrigado a lidar com os problemas dos seres humanos e dedicou dias e noites para botar a máquina de tear pra funcionar sozinha!

Inconscientemente…acho…o cara age assim: Pra que facilitar se eu posso complicar?

Jeitão de ser, pensar e agir de acordo com cultura, religião, realidade sócio-econômica, currículo, posição social, enfim cada um dentro do seu mundinho, acreditando em suas verdades absolutas, que os seus problemas são maiores do que o dos outros, crendo realmente que “meu jeito é o jeito certo”, certo? Errado !

Como diferentes que somos, existem diversos caminhos para discórdias e muitas delas geradas por notas deturpadas via fontes de informações não fidedignas, muitas vezes manipuladas ou geralmente pela “Tar” da vaidade.

Tudo o que se diz nem sempre é o que se pensa, mas o que se pensa, geralmente é dito para a pessoa errada e, com isso contamina-se um ambiente de trabalho ou familiar que tem tudo pra funcionar em altíssimo astral. Eita bichim desgranhento!p

Tem gente que me considera um tonto pelo simples fato de acreditar nas pessoas. Mas que “mierda” mais contraditória! Fui colocado em um planeta cuja maioria viva “pensante”, considerada peça fundamental da evolução, não deve ser creditada? Alguém pode me apresentar uma fadinha então? Pode ser a “sininho”…não aquela da manifestação…a outra, apaixonenta pelo Peter Pan, de micro-saia, etc e tals

Problemas sempre existirão, sejam em ambientes de trabalho ou pessoal, mas se forem externados diretamente a quem é de interesse, trazendo soluções ou sanando dúvidas para extinguir definitivamente qualquer ruído, certamente se diluirão no xixi. Mas o grande vilão é o famoso mimimi destemperado que ataca de forma viral sem dar tempo de criar a vacina. Alguém interpreta uma informação dentro de seu limite de entendimento, traduz de forma errada e a espalha pelos porões com toda negatividade capaz de gerar uma guerra entre monges.

Frescurites a parte, reitero aqui o BOM SENSO, pois através dele conseguimos enxergar com os olhos dos outros, tentamos entender o porque de determinadas posições ou atitudes, e assim buscar de forma amistosa o que é melhor para o grupo e não somente para vossa majestade, o príncipe. Bom senso abre portas, preserva amizades e conquista lideranças.

Hoje em dia muito se ouve falar sobre pró-atividade: entender a necessidade, prever imprevistos, se antecipar na busca de soluções…que tal? Isso é diferencial palpável e como dizem os marketeiros de plantão: Agrega valor!

Problemas só existem se alimentados, caso contrário, atuando em grupo pelo grupo, tendem a extinção. Se tiver algo a dizer, diga! Caso contrário, parafraseando o rei da Espanha, Juan Carlos I, em 2007, durante a 17a Conferência Iberoamericana, dirigindo-se ao então presidente da Venezuela Hugo Chávez: “Por qué no te callas?”por-que-no-te-callas-hugo-camieseta

 

A ARTE DE PENSAR

A ARTE DE PENSAR

Neste primeiro artigo resolvi falar sobre atendimento, afinal, sob meu ponto de vista, este tipo de serviço geralmente é muuuiiito ruim! Uma combinação de desqualificação + baixo salário = Quadrúpede.

Vou tentar esclarecer:

Existem os quadrúpedes por natureza, que são animais de 4 patas, limitados a seguirem seus instintos selvagens. Convivendo no mesmo universo, temos os seres humanos que, apesar de nascerem com locomoção bípede (aqueles que andam sobre 2 patas) alguns realmente deveriam estar em pastos dividindo o capim com os quadrúpedes naturais. Já estou ouvindo o leitor: “Nossa que cara agressivo!” . Pois bem, minha intenção é simplesmente ilustrar o comportamento de alguns “profissionais” que agem como se, para pensar ou agir com bom senso, acreditam que devam ser remunerados a parte, manja?

pre1222  O que não é novidade pra ninguém é a exigência por qualificação para galgar melhores posições no mercado de trabalho, e é claro que encontrar bons profissionais oferecendo baixa remuneração é algo que não casa.

Um comportamento negligenciado aliado a redução de custos operacionais fizeram com que algumas empresas automatizassem o sistema de atendimento ao cliente. Atualmente, a maioria das empresas, utilizam um atendimento eletrônico que lhe obriga a ouvir uma sessão de baboseiras e gastar o dedo indicador de tanto teclar e, ainda após hercúleos minutos, a ligação cai ou tentam lhe dar uma solução genérica sem a chance de falar com um ser humano pensante, pois acreditem, em alguns casos, depois deste calvário, lhe jogam para o “quadrúpede de plantão com idioma gerundiano (animal bípede descerebrado geralmente encontrado do outro lado de uma linha telefônica, alojado em uma baia sentado à frente de uma tela de computador) que mal consegue entender o que está discriminado no manual de atendimento, mas que vocifera para os colegas a necessidade de receber bonificação caso seja necessário … pensar.

Vou citar 3 exemplos de atendimentos que podem transformar o cliente em assassinos seriais em situações vividas pela pessoa que lhe escreve ou por alguém muito próximo:

1 – Atendimento Eletrônico:

O problema do atendimento eletrônico está na falta de objetividade, na busca imediata pela solução do problema. Na maioria das vezes este serviço é visto – por algum energúmeno – como uma oportunidade de lhe vender ou ofertar algo que você não quer comprar e, com isso, retarda o objeto direto da questão e irrita o cliente. Não vou citar nome, mas uma operadora de Tv por assinatura com transmissão via satélite, depois de realizar uma pesquisa que indicou a preferência pelo atendimento humanizado, mas que já havia decidido pelo eletrônico, tiveram a brilhante ideia de gravar o atendimento como se estivesse conversando com você, e pior, como se fosse o seu melhor amigo do outro lado da gorila-atendentelinha! Então você, com um pusta problema técnico, com tempo escasso para solucioná-lo, pois deu meleca minutos antes da transmissão daquele jogo que você esperou 15 dias pra assistir na sua super mega blaster Tv, ao fazer contato ouve uma gravação amigona lhe oferecendo Big brother, canal de golf e outras merdalhas que você odeia! Na minha modesta opinião, pensando de forma simples…é isso mesmo, eu penso…vejo somente 2 tipos de clientes: o novo com perfil comprador, que busca conhecer tudo sobre o produto em questão, o famoso “prospect”, e o já cliente, que na maioria das vezes está com algum problema! Então, ao ouvir o início da maldita gravação, o que um bípede munido de cérebro espera? Produtos e serviços disque 1, Solução de Problemas disque 2. Pronto. Só issooooo! Agora imagine você desesperado buscando uma solução rápida, ser obrigado a ouvir uma gravação falando sobre toda programação e novos produtos que aliás, nem que quisesse conseguiria assistir, pois tem uma enorme tela azul acusando erro 445 ! Para chegar nesta brilhante conclusão tive o enorme trabalho de me colocar no lugar do cliente e imaginar qual a melhor forma de deixa-lo satisfeito! Pra que complicar? Talvez seja uma nova técnica para analisar quantos clientes perdem com esse revolucionário método de atendimento. Sugestão: automatizem o quadrúpede que criou este sistema imbecil!

2 – Atendimento em loco, ao vivo e em cores:

Agora vou falar sobre atendimento presencial. Estava em uma dessas grandes lojas de bricolagem passando pelo caixa com alguns produtos que somavam exatos 198 reais. Perguntei `a atendente sobre a possibilidade de parcelar a fatura e obtive de bate pronto que o valor não alcançava o limite para tal. Após passar todos os produtos, por curiosidade

Screen Shot 2016-06-24 at 12.09.14 PMquestionei sobre o valor mínimo de parcelamento e, mais rápida que o Superman disparou: Duzentão! Ou XEJA, faltavam 2 mangos pra atender minha solicitação! Mas como todo quadrúpede que se preza, lá estava ela em seu curral trajando um cabresto que só lhe permitia olhar para o capim à sua frente. Então posicionei um rolinho de fita isolante ao limitado alcance de sua visão – que peguei na prateleira de consumo por impulso ao lado de seu caixa – e   mandei: com esta fita eu atinjo a cota, entonces repassa a compra.

Segue o dialogo:

  • Vou ter que chamar a gerente.
  • Então chama por favor.
  • Vou ter que passar tudo de novo…Bufff
  • Vai. Agora eu vou surpreender você. Presta atenção.

A gerente se aproximou e eu perguntei:

  • Se eu lhe pedisse para parcelar 198 reais você permitiria?
  • Claro!

A atendente mascava seu chiclete – como ruminante que é – sem olhar nos meus olhos. Em nenhum momento fui agressivo. Isso não resolveria o problema, mas não me faltou vontade de caminhar até o setor de carpintaria e comprar um machado e agir no estilo Game of Thrones decepando aquilo que não é utilizado.

3 – Atendimento Robotizado de uma Franquia de Hamburgers

Este fato foi presenciado pela minha cunhada, mas é típico dos atendentes que, antes de ouvirem o que o cliente deseja, disparam seus combos encavalando as palavras em tal velocidade que nos obriga a olhar para baixo em busca de legendas.

robo1Período de copa do mundo. Um típico turista, alto, louro, olhos claros, camisa estampada, câmera fotográfica a tira-colo, pede em gringuês seu Big-mac e 1 coke, p o r   f a v o rrrr. Nossa ilustríssima atendente sem tirar os olhos da caixa registradora metralha para o pobre coitado: fritaserefrigeranteacompanha??? E sobre a cara de espanto do gringo ela finalizou: Notapaulista? PQP !!! De que toca saiu esta anta?

Então pessoal, em uma época de empregos escassos, minha dica é usar de bom senso sempre e tentar entender a necessidade do cliente. Simplesmente ouça! Coloque-se na posição dele e atenda como gostaria de ser atendido. Se não estiver ao seu alcance, busque auxilio junto ao seu supervisor. Isso se chama…PENSAR. Quem sabe você surpreende um cliente que encantado com sua atitude lhe oferece algo melhor! Já pensou nisso?

Outra coisa, não esqueça de sorrir sempre, mesmo ao telefone! O Sorriso afeta o tom de voz e dá pra sentir!

Costumo brincar que se o seu real desejo for mandar alguém para PQP, faça isso sorrindo que a pessoa irá para este destino Feliz!

Pensamento do dia: A falta de cultura pode estar associada a falta de oportunidades, porém burrice, má vontade, negligência, preguiça, etc é algo nato, porém passivo de mudança.