Gosto de gente! Principalmente de gente educada e gentil. Que respeita e valoriza o outro. E foi com este perfil de ser humano que escolhi viver, conviver e ter ao meu lado, mas as vezes a vida nos prega algumas peças para fortalecer nosso propósito…pelo menos tento acreditar nisso!
Profissionalmente me considero um contador de histórias, mas gosto de criar uma narrativa baseada em pessoas cuja presença faz bem a quem está ao seu lado, ensina e acrescenta algo de positivo que nos motiva a seguir em frente nesta vida que muitas vezes se assemelha a uma montanha russa.
Tenho como princípio trabalhar em cima das virtudes das pessoas, porque é fato que, se os defeitos se sobressaem, o resultado é o fim de um relacionamento, seja ele pessoal ou profissional.
A palavra é contemporizar.
Seria utópico da minha parte achar que vivemos no País das Maravilhas, mas que seria legal, seria. Um planeta cujos habitantes nascessem abastecidos com bom senso suficiente para admirar as diferenças, valorizar mais as virtudes do que os defeitos e assim aprendermos uns com os outros e evoluir. Creio ser este o único objetivo de termos desembarcados neste planetão chamado terra.
Bom, depois de adquirir um pouco de conhecimento pessoal observando o comportamento dos diferentes e difíceis seres humanos, onde construo minhas ações profissionais, devo confessar que tenho muita dificuldade em lidar com àqueles que se auto intitulam “perfeccionistas”.
Digo isso porque àquele que se considera perfeccionista é incapaz de distinguir seus achismos que flutuam entre a realidade que envolve o relacionamento com outras pessoas e seus diferentes tipos de conhecimento.
O autointitulado “perfeccionista” alimenta um ego que o impossibilita enxergar as qualidades das pessoas que o cercam e cujas contribuições enriquecem, aquecem e geram uma energia do bem, pois envolve reconhecimento que dá valor a nossa existência, principalmente neste momento difícil que o mundo está vivendo com tantas incertezas.
Ainda está para nascer alguém genial o suficiente para adquirir tamanha habilidade para dominar todos os assuntos que permeiam nossas vidas e é por isso que existe a necessidade de relacionamentos que, somadas as expertises individuais resultam em algo satisfatório e geralmente fantástico porque nos permite enxergar a participação de cada envolvido no processo.
O tal perfeccionista se alimenta do ego que tira o óleo das engrenagens que fazem a máquina da vida gerar mais rápido e fluída: a felicidade!
A impossibilidade de ver valor em seus apoiadores, colaboradores ou familiares, será responsável pela insatisfação que certamente resultará em conflitos que influenciarão no péssimo andamento das ações sonhadas pelo “perfeccionista” que se irritará com a não realização de suas propostas ou sonhos pelo simples fato de não reconhecer que, principalmente ELE, não é e nunca será perfeito.
Faz parte também do perfil “perfeccionista” jogar a culpa do péssimo resultado nas costas daqueles que ele jamais deu ouvidos.
O maior defeito do perfeccionista é não ouvir, não ver e não sentir que existem mentes, vidas, corações vibrantes extremamente melhores que ele e que foram colocados em seu caminho exatamente para acrescentar algo que ele não possui.
Costumam interromper um diálogo para transforma-lo em um monólogo. Menospreza a opinião alheia por considerar que a sua é mais importante. São inseguros, não confiam em ninguém, nem neles mesmos.
Não preciso dizer que este texto é um desabafo pela insatisfação de ter trabalhado com um auto intitulado “perfeccionista” que adora palpitar em cima do que não fora criado ou pensado por ele. Chamo de Engenheiro de Obra Pronta aqueles que se apropriam da ideia do outro e as exibe com a propriedade de um gênio incapaz de sentir o tamanho da sua mediocridade.
Citando a definição encontrada em meusucesso.com no artigo: ser perfeccionista é uma qualidade ou um defeito? … No fundo, segundo estudiosos, um comportamento perfeccionista geralmente está ligado a uma baixa autoestima e à falta de confiança. Tentar atingir o nível da perfeição aflige inúmeras pessoas, principalmente quando a administração de negócios está em jogo.
SER PERFECCIONISTA É BEM DIFERENTE DE SER PERFEITO



































Isso mesmo. Foi no siso. Lá atrás. O último da fila. O mais jovem do time, mas atualmente na meia idade também.








Trilhões são arrecadados em impostos e não é suficiente para pagar as contas do país cujo custo da máquina pública está ancorado em cabides de empregos amarrados a acordões políticos. Agora nossos larápios de plantão querem privatizar empresas estratégicas para controle do país, como energia por exemplo, ao invés de acabarem com mordomias de dar nojo as baratas.
Imaginem nossa energia nas mãos dos chineses ou dos americanos que manipulam nosso país como marionete. Ou você realmente acredita que nossos principais players (petróleo, construção civil e agronegócio) foram explodidos a toa? Claro que chegou a hora de limpar o beco e acabar com os ratos, mas o caos generalizado foi financiado pelo American Way of life para beneficiar os interesses econômicos do Tio Sam. Uma teoria da conspiração baseada em análise de situação, feita por “moi”. (mim em francês – pra ficar mais chic).

Acho bacana e apropriada a iniciativa, mas confesso que não entendo esta atual necessidade de criar nomenclatura pra tudo. A sociedade agora define gêneros onde pra mim, para não haver real discriminação, o ideal seria não criar nenhum tipo de distinção e evitar que surjam sommeliers de gênero! A categoria SER HUMANO, é suficiente pra mim.
Imagine o briefing: Queremos atingir Pangender** entre 25 e 35 anos residentes na região sudeste, tatuados, pesando entre 70 e 80kg, com altura media de 1,80m, cabelos coloridos, classe AB com renda acima de 20K. Parece mais um personagem de Blade Runner (pra quem não conhece, trata-se de um filme da década de 80 dirigido por Ridley Scott e protagonizado por Harrison Ford).

Porém, tudo deve ser pensado. Qual o objetivo deste material? O que, e para quem iremos comunicar? Com estas questões iniciais esclarecidas, pensamos na ação, no formato e na melhor forma de realiza-la, mas estas respostas DEVEM estar alinhadas entre TODOS os profissionais envolvidos! O que parece lógico na teoria, na prática não é.
Dois dias depois, já em pré-produção, recebo um telefonema de um dos integrantes daquela mesa, um dos fãs da nossa ideia, dizendo que o presidente (que não estava presente em nenhuma das reuniões de desenvolvimento) não queria que os Valores da empresa fossem ditos por um ator e que deveriam estar na boca de seus diretores.
Não existem culpados, mas existem egos que superam e muito o desejo da maioria pelo poder do cargo. O resultado não poderia ser diferente: o parecer contrário do presidente não foi confrontado por nenhum dos membros da equipe e o vídeo obteve resultado ZERO de comunicação efetiva, pois soava como obrigatoriedade, quase como uma imposição em fazer com que assista na integra um programa político com pessoas sem a expressividade necessária de comunicação, sem emoção.![Quem Manda E o Chefe [1]. Sbt](https://bomsensosite.com/wp-content/uploads/2017/05/quem-manda-e-o-chefe-1-sbt.jpg)
Quantas vezes nestes últimos anos ouvimos as pessoas usando palavras “não usuais” de forma maçante e acreditem, fora do contexto por não saberem o exato significado da moçoila?
Na linguagem do cotidiano as gírias substituem a ausência de vocabulário substituindo-as por palavras completamente fora do seu significado. 90% dos jovens usam a palavra “TIPO” repetidamente na mesma frase! Tipo: Hoje tipo, eu acordei com o pijama tipo furado e tipo só percebi tipo quando fui ao banheiro.


Outro dia recebi uma mensagem de uma agência que havia enviado um pedido de orçamento e me alertou por mensagem de texto com um ASAP! Na hora fiquei perdido e achei que o corretor do aplicativo tinha dado um gato na palavra e questionei com um interrogação. Resposta para ASAP: “As soon as possible”, ou XEJA, o mais breve possível.
ra te manda um filme produzido 100% em “stop motion” (mais uma palavrinha gringa), mas não quer que façamos nesta linguagem, compreende muchacho? Manda outra referência cuja fotografia é a bola da vez, com o tal do “flare” (mais uma) que é aquela luz frontal direta na lente da câmera para criar um efeito de brilho. (Tem dezenas de comerciais como este no ar, é a modinha do momento).
: Você tá louco! Pensei em gastar 3 mil reais! Ou XEJA, ele tinha um valor em mente e se eu soubesse que era isso que ele pretendia investir, teria indicado o filho do meu vizinho de 10 anos para rodar com seu Iphone!