(Esse é o exemplo clássico de que…sempre tem alguém mais na merda que você! ..literalmente falando…vale a pena ler e passar o dia rindo! Ou, quem sabe, uma boa dica daquilo que se deve desejar para o pior inimigo)
Aeroporto Santos Dumond, 15:30 hs;
Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.Mas atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas, afinal de contas são só uns 15 minutos de viagem. Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranquilo. O avião só sairia às 16:30 hs.
Entrando no ônibus, era daqueles sem sanitários. Senti a primeira contração, e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês, e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto…
Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutilmente lhe falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um…. barro.”

Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.
O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo auto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista.”
Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento.
Suava em bicas. Meu amigo percebeu, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.
O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário, tão branco e tão limpo que alguém poderia botar meu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e….
ops !….. senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado….
Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.

Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada, tão perfeita obra: dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, não nesse caso. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei.” Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.
Que se dane, me limpo no aeroporto.” – pensei … “Pior que isso não fico.” Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda.
Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado.
Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa e me caguei pela quarta vez.
Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pelos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.
Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas.
Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.
Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fim do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia. Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um…pulôver de gola “V”.
A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.
Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda.
Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei as calças do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.
Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde. Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o “RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou se EU precisava de algo.
Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:
“Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda !”







uantas vezes você já se deparou com um profissional extremamente técnico e capacitado, mas de impossível relacionamento devido às suas características de mula. Com todo respeito as mulas reais.


Aos 54 posso me dar ao luxo de filtrar com quem quero estar e conviver nesta minha passagem pela terra e mandar os mal humorados e prepotentes pro inferno (sendo educado). Isso significa que se você se encaixa em alguma característica relacionada ao perfil dos “quadrúpedes”, por favor não me procure, mas se fizer parte do time do bom humor, com prazer em ajudar, faço questão de embarcar com você no Trem da alegria rumo ao País das Maravilhas. (rs)


Será que não basta pisar ao lado da faixa de pedestres para sentir que a pessoa precisa atravessar a rua ao invés de acelerar e fingir que não a viu?



Alguns canais acreditam que o que importa para ser “influenciador” – palavra do momento – basta ter trocentos mil inscritos no seu canal. Para uma marca isso é um detalhe interessante pelo ponto de vista do alcance para seus produtos, mas isso não significa que este fluxo reverterá em novos inscritos pra você, ou XEJA, a recíproca não é verdadeira. Outro detalhe, alcance não significa efetivação em vendas se o seu canal ou seu conteúdo tiver problemas na comunicação com seu seguidor. Em outras palavras, se seus fãs o seguem pelas bobagens sem sentido que fala. Comercialmente falando, se o seu público for um bando de tapados, não será interessante para vender nada. Melhor 10 mil inscritos com inteligentes consumidores do que 1 milhão de topeiras que passam o dia comendo salgadinhos e enrolando um canudinho na boca sob uma lata de coca quente.
Como existe um grande número de pessoas que simplesmente querem aparecer na esperança de serem famosinhos e estão predispostos a emprestar seu rostinho gratuitamente acreditando que se transformarão em “celebrity” da noite para o dia, mesmo que sejam celebridades que não tenham onde cair mortos, topam qualquer negócio.






. Alguns proprietários de pets desfilam com seus cachorrinhos e sacolinhas plásticas visíveis, mas sem generalizar, antes de recolherem o depósito fisiológico deixado na calçada pelo seu animalzinho estimado – popularmente conhecido como cocô – dão aquele olhar periférico de 360 graus na busca de olhares clandestinos que coloquem seu comportamento em “check ”. Se percebe que está na mira de um observador, automaticamente adota a postura do cidadão defensor do BOM SENSO e do respeito alheio e recolhe a merdalha. Porém, se sentir que está a sós com seu cúmplice canino (porque nunca vi ninguém passeando com gato, porquinho da índia, furão, papagaio…), disfarça, assobia um “glória, glória, aleluia”, faz aquela pusta cara de paisagem e finge que aquela montanha foi deixada ali por Maomé e que, apesar de exalar fumaça de
tão quente, em caso de suspeita sem testemunha ocular, defenderá que não foi feita pelo seu cãozinho, que pequeno, é incapaz de produzir uma escultura de merda do tamanho de seu tronco.
Certa vez flagrei um senhor descarregando um sofá de 4 lugares, destes rechonchudos, transportado amarrado no teto de seu escort hobby 1997. Imaginem o trampo pra amarrar este boing de espumas sobre um teto sem “rack” !!!! Porque não ligar para alguma instituição que tem interesse na restauração e reutilização e ainda se prontifica para retirar? Colocar na porta da casa dele, nem pensar! O que seus vizinhos iriam pensar? Que ele é um quadrúpede? Claro que não, pois os quadrúpedes são o que são aos olhos de todos. A única semelhança é a irracionalidade.
. Tem também aqueles que assumem as ruas como lixeiras e arremessam suas porcarias pelas janelas do carro ou despejam pelas calçadas, mesmo que estejam a poucos metros de uma lixeira. Para terem uma idéia do tamanho da ignorância, conversando com um responsável pela comunicação do grupo Ecorodovias, concessionária que administra as rodovias de acesso ao litoral paulista, um dos fatores para o alto valor do pedágio é o custo de limpeza das rodovias, onde recolhem toneladas de lixos despejados pelos usuários do sistema! Pode apostar que são os mesmos que vociferam sobre os valores praticados.
Com toda tecnologia disponível, com câmeras de observação espalhadas por toda parte, melhor ficar ligado para não verem a hipocrisia sendo exposta para milhares de voyers internautas e que poderão ser usadas contra você em um futuro próximo.
Uma das situações mais desconfortáveis é ver alguém se aproximando de você, gritando pelo seu nome – ou pior, pelo apelido de infância -todo empolgadão(ona) e ao perceber, você sorri fingindo que se lembra do ser que ali se apresenta e naqueles segundos que antecedem a colisão, seu cérebro aciona a tecla “search” na esperança do processador localizar um fragmento de memória, um flash que seja, mas o triste é perceber que na mesma velocidade, a informação é inviabilizada no interior do HD que desiste ao sentir tratar-se de alguém que mal rascunhou uma linha de importância no seu livro de história e – por alguma razão infeliz – lembrou de você 40 anos depois do último papo.
Nunca fui bom com nomes e muito menos com fisionomias, principalmente depois de um tempo de desmanche, porque cá entre nós, encontrar alguém após algumas décadas é surpreendentemente chocante! Geralmente quando as pessoas percebem que você não as reconhece, dizem: “Pois é, eu engordei um pouquinho!” – como se 40 kg não fosse absolutamente nada. Ou está com tantas rugas no rosto que um copo de água despejado sobre a cabeça demoraria uma semana para chegar aos pés. Nem todo colágeno do mundo resolveria a questão. É claro que envelheci e o espelho não me deixa esquecer e nem tenta me iludir com photoshop, mas existem pessoas que realmente possuem o dom da transformação e o estrago é impressionante.
Mas, o que fazer? Nos primeiros minutos, o BOM SENSO faz com que você busque informações periféricas na tentativa de encontrar alguma peça que faça sentido neste quebra-cabeças, depois fica balançando a cabeça sorrindo com cara de conteúdo como se lembrasse de todos os lindos minutos que viveram juntos. A conversa piora quando o “incógnita” pergunta como está seu pai, sua mãe, seus irmãos e fala o nome de todos eles!!! Bate o desespero e você não consegue mais esconder a expressão de melão. Talvez o melhor seria dizer a verdade e pedir desculpas por não se lembrar, mas e se ela detalhar alguma coisa que aconteceu e mesmo assim você não se lembrar!!! O que fazer? Dizer que está sofrendo de Alzheimer?

Faltam médicos, remédios, equipamentos quebrados ou há anos encaixotados em processo de deterioração esperando a liberação de algum entrave burocrático, ou pior, da existência do local adequado para instalação deste equipamento que fôra comprado muuuuiittooo antes do lugar existir!


O absurdo é que este festival de horrores não tem hora pra acabar. Minha mãe (74) e uma senhora (91) que dividia o quarto com ela, quase enfartaram com um médico (+60) que chegou gritando no quarto ao lado! Chegou como se estivesse no antigo pregão da bolsa de valores! Saltei de uma confortável poltrona – destas usadas por faquires – disponibilizadas para acompanhantes, e saí para o corredor querendo briga! Não imaginei que o imbecil era um cardiologista visitando sua paciente às 4 da matina. Me contive no olhar de indignação – similar a de um tiranossauro rex analisando sua presa- e expressei meu sentimento com uma única frase apontando para aquele quadrinho típico de hospitais onde vemos uma enfermeira usando aquele chapéu de padeiro e o indicador entre o lábio: “Isso serve para o senhor também! (Até aqui, de fato aconteceu, porém enquanto não parava minha taquicardia e com receio de precisar dos serviços deste infeliz, fiquei pensando na continuidade da frase que deveria ter colocado para fora – segue) Acredito que deveria passar por consulta em 2 colegas seus, porém com especialidades diferentes. Um otorrino, pois o senhor está surdo e um psiquiatra, pois também está louco. E por gentileza…vá para o inferno! “



Este cara deveria receber um nobel de literatura por este espetáculo literário e os fãs um troféu cheio de esterco! De forma educada chamo isso de emburrecimento musical, mas qual o nome que damos àqueles que curtem isso? O Brasil está se transformando em uma Savana povoada de Hienas!